terça-feira, 27 de março de 2012

Desamor, desamores... Amor.

É que a gente vai sempre procurando, se remendando, vai deixando pra lá ou deixando pra daqui uma hora, daqui um dia, uma semana, um ano. Vai levando, vivendo, criando e reinventando amores só para curar desamores... Ilusão. Não existe desamores, existem amores inacabados, amores que foram guardados só pra não doer ou remoer. E vai ficando assim, até que um dia... bem, um dia, ou daqui uma hora, uma semana ou um ano, a gente senta em um desses bancos de praça, em uma tarde qualquer, só pra pensar, imaginar, se preencher um pouco das lembranças que restaram, do vazio que ficou.

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